barroco

prisioneiro de mim mesmo meu cárcere é cruz e natureza

sou julgado na Lei do pecado livre da pena de morte e privado de viver

foragido da Lei vivo e morro dentro de mim

sirvo aos céus em ares terrenos ajoelho-me na terra diante do etéreo

sou poeta barroco

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nas últimas semanas antes de dormir uma peste pula o portão bate com mãos pesadas à minha porta espia nas brechas das janelas força trincos para entrar minha visita é cão farejador caça sonhos, noites