fim de tarde

vejo o vaivém das águas a areia reflete as nuvens eu reflito a dança das ondas os ritmos da vida uma gaivota passeia sozinha no horizonte azul não percebe seu solitário espectador invejo suas asas elas brincam brandas com os ventos marés não a afligem corais lhe acenam ao longe a gaivota apenas voa todos os dias nas mesmas águas que não se repetem a vida é um vaivém de águas viver é ter o sorriso dos corais



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nas últimas semanas antes de dormir uma peste pula o portão bate com mãos pesadas à minha porta espia nas brechas das janelas força trincos para entrar minha visita é cão farejador caça sonhos, noites